01.06.2021

1º de junho é a data que se inicia o “Mês do Orgulho“, que comemora a luta pelo reconhecimento civil e social de pessoas da comunidade LGBTQ+, na qual Miley Cyrus faz parte. A cantora assumiu sua pansexualidade em meados de 2017, mas nunca deixou de usar sua voz e visibilidade antes de comentar isso publicamente.

Em homenagem ao #PrideMonth, nós selecionamos os momentos mais importantes de Cyrus como uma grande aliada a comunidade da qual sempre se orgulhou.

Canções

Miley sempre esteve por dentro de todas as composições presentes em seus álbuns e EPs, principalmente as dedicadas aos seus relacionamentos amorosos ou pessoas que ama. Desde a adolescência, a cantora faz músicas que significam muito para seus fãs e amigos que fazem parte do meio LGBTQ+.

My Heart Beats For Love” é uma faixa do álbum “Can’t Be Tamed” escrita especialmente para um amigo grande amigo de Cyrus em 2010 que também foi seu cabeleireiro. Em uma entrevista na época, ela conta o quão é importante dizer às pessoas para não discriminar, não julgar e apenas estar aberto ao mundo e que a canção significa isso.

Em 2015, Miley deu a voz a música “Hands of Love” para o filme “Freeheld” (“Amor Por Direito“, no Brasil) que retrata a vida de uma policial que luta para que a sua companheira seja reconhecida como esposa pois as autoridades não querem reconhecer seu casamento.

No mesmo ano, Miley cantou a música ao vivo no programa The Ellen DeGeneres Show e a apresentadora rasgou elogios a sua voz.

A música “Inspired“, presente no álbum “Younger Now” em 2017, foi lançada promocionalmente no mês do orgulho com propósito de doar todo o lucro a jovens sem-teto, LGBTQ+ e outras populações vulneráveis.

Já em 2019, Miley dedicou o videoclipe do single “Mother’s Daughter“, presente no EP “She is Coming“, para causas sociais como o feminismo, que também inclui questões sociais LGBTQ+, onde os artistas apresentados pudessem mostrar seu poder e liberdade de expressão.

Doações

Foi em 17 de setembro de 2014 que Miley Cyrus relevou ao público que fundou uma organização sem fins lucrativos que se concentra na mobilização de jovens para lutar conta a injustiça e falta de moradia enfrentadas na comunidade LGBTQ+ e em outras populações vulneráveis: A “Happy Hippie Foundation“. Desde então, artista vem participando de várias doações, premiações e campanhas junto a Happy Hippie para ajudar esses jovens a mudarem o seu futuro.

Uma das campanhas foi com a MAC Cosmetics, em 2015, intitulada de “Viva Glam” que teria o lucro totalmente voltado para ajudar pessoas LGBTQ+ afetadas pelo vírus HIV.

No mesmo ano, Miley marcou presença no amfAR LA Inspiration Gala, organização de pesquisa contra o vírus da AIDS, onde conseguiu doar 500 mil dólares na noite. Em uma entrevista durante o evento, Cyrus disse: “Quero me concentrar em como posso usar quem eu sou, a voz que tenho e o palco em que estou para conscientizar as pessoas“.

Ainda em 2015, Miley organizou o seu famoso “The Backyard Sessions” em colaboração com o Facebook e outros cantores para arrecadar doações a sua fundação Happy Hippie

Passando para 2017, Miley lança em parceria com a marca estadunidense Converse uma coleção de tênis com temática LGBTQ+ com fins lucrativos totalmente voltados para, também, os jovens da comunidade cadastrados na Happy Hippie Foundation.

Manifestação

Após a fundar a sua própria organização, Miley foi mais afundo sobre protestar a favor as causas políticas e sociais LGBTQ+ e se envolveu em uma manifestação grandiosa em busca por direitos iguais: A “Women’s March LA” em 2017, onde liderou um grupo da Happy Hippie em apoio à igualdade de direitos, independente de gênero, raça ou orientação sexual: “Eu e a minha fundação, queremos ação. Não queremos falar sobre mudança, queremos ser a mudança“.

Apoiando amigos, artistas e fãs LGBTQ+

Miley Cyrus pode ser uma mulher de fases, mas não quando o assunto é sobre os seus princípios. A cantora sempre demonstrou apoio as pessoas que ama e admira, e isso nunca pareceu ser diferente. Ao longo dos anos, ela entregou sua visibilidade para pessoas que precisavam ser notadas. Dentro da comunidade que sempre apoiou, não seria diferente.

Logo em 2010, enquanto divulgava o seu álbum “Can’t Be Tamed“, Miley se apresentou pela primeira vez em uma boate gay para os seus fãs LGBTQ+ em Londres. Ela tinha apenas 18 anos na época e seus fãs ficaram completamente felizes, mesmo após a grande polêmica em volta de uma estrela da Disney. Segundo a própria, ela foi a única “criança” da emissora que dizia abertamente que apoiava todos os seus amigos e fãs gays mesmo em sua época como Hannah Montana.

Antes de cantar a canção “Adore You” na Bangerz Tour em 2013 à 2014, Miley sempre fazia questão em desejar amor a todos os fãs que beijavam pessoas do mesmo sexo. Ela sempre dizia que “amor era amor“.

Partindo para 2015, Miley e a fundação Happy Hippie se uniram ao Instagram e iniciaram a campanha #InstaPride com o objetivo de apresentar a comunidade transgênero na rede social.

Quando Cyrus apresentou todo o “Video Music Awards” em 2015, ao final do show, a cantora fez uma performance icônica da música “Dooo It!“, do álbum “Miley Cyrus & Her Dead Petz“, com 9 Drag Queens em um palco de arco-íris.

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No mesmo ano, Miley aceitou o prêmio do AmfAR Inspiration com um discurso comovente sobre a consciência da AIDS, a juventude LGBTQ+ e sua fundação Happie Hippie. Você pode conferir a tradução clicando aqui.

Já em 2016, a cantora foi homenageada com o prêmio “Power of Women” da Varietypor usar sua fama para chamar a atenção para a comunidade LGBTQ+ que é marginalizada e nem sempre conseguem receber a mesma atenção da imprensa quanto uma estrela pop. Por isso, devemos aplaudi-la“, disse a revista Bustle.

Ainda em 2016, Miley e a Happy Hippie Foundation se uniram a líderes mulçumanos LGBTQ+ após 49 pessoas serem mortas em um ataque em uma boate gay em Orlando: “Apoiamos TODOS na comunidade LGBTQ”.

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Durante a manifestação “March Of Our Lives” em 2018, Miley elogiou sue amigue Demi Lovato por sue performance: “Demi, obrigade por ser corajose e compartilhar sue história, e por ser um pilar de força para a sue comunidade #LGBTQ+. Você é um de nossos #HappyHeroes!”

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Uma carta aberta de Miley (data indefinida) para o líderes do governo texano que foram contra a legislação discriminatória de pessoas transgêneros para usar banheiros públicos dos gêneros que se definem.

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Sexualidade

2015 e 2017 foram anos completamente relevadores para Miley em questão de sua sexualidade, pelo menos para o público que nunca soube de sua vida privada. Em entrevistas durante os respectivos anos, a cantora revelou quando contou para a sua mãe sobre a sua sexualidade, aos 14 anos, e que seu primeiro relacionamento foi com uma menina, mesmo sendo de uma família sulista super religiosa. Cyrus se identifica hoje como uma mulher pansexual.

Feliz #PrideMonth, Smilers!

*A matéria foi inspirada na thread do fã-clube MileyCyrusUK.


Publicada por: Lívia Bastos

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