30.09.2016

A nova série de Woody Allen, estrelada por Miley Cyrus, estreou nos Estados Unidos hoje, 30 de Setembro, através da Amazon.

Os sites americanos já lançaram suas críticas sobre o trabalho, e nós fizemos os resumos das principais. Confira logo abaixo:

“Assistindo Crisis, é impossível não lamentar que, fazendo sua primeira série aos 80 anos, Woody Allen evitou essa coisa de série de televisão por esse tempo todo” – New York Times, Positiva.

“Crisis In Six Scenes se passa no final dos anos 60, o que é adequado, já que todas as piadas são tipo de 50 anos atrás” – Boston Herald, Negativa.

“Crisis In Six Scenes, portanto, se desenvolve como um exercício intelectual. E para o seu público, uma realidade triste de assistir” – Associated Press, Positiva.

“O novo roteiro de Allen, para uma série de televisão que se passa há mais de meio século atrás, soa mais como um filme em conta-gotas, em que 90 minutos de ideias são desnecessariamente distribuídos por 6 episódios de meia hora” – Guardian, Negativa.

“Os fãs leais de Allen, para quem a estreia de Allen veio em tempos de medo ao invés de maravilhas, terão um bom tempo” – Flavorwire, Positiva.

“Crisis In Six Scenes, de Woody Allen, estreando nessa Sexta-Feira na Amazon, revela que o cineasta mais prolífico da América tem poucas ideias ou pouco interesse em fazer uma série de TV” – TIME Magazine, Negativa.

“Essa é uma atuação estranhamente sem alma de Allen, os familiares tiques e espasmos do comediante aparentemente estão no piloto automático” – Daily Telegraph (UK), Negativa.

“Se você pensou que Woody Allen iria revolucionar a televisão com sua nova série da Amazon, Crisis In Six Scenes, prepara-se para ser desapontado” – Philadelphia Inquirer, Negativa.

“O resultado, obviamente, é um monumento duvidoso para os críticos do cineasta. Está longe de ser pior trabalho que Woody fez recentemente, mas também bem distante de ser seu melhor trabalho” – New York Magazine/Vulture, Neutra.

“Contendo uma grande quantidade de falas, cansativo, maçante, Crisis é uma falha na ignição” – Newsday, Negativa.

“Allen tem uma voz, e ele ainda não a perdeu. Qualquer pessoa suscetível a essa sensibilidade vai encontrar muitos prazeres familiares aqui” – Los Angeles Times, Positiva.

“O diálogo é retórico, as atuações são estranhas, e a maioria das cenas duram mais da metade do que deveria” – Las Vegas Weekly, Negativa.

“Todo o empenho se parece cansativo, excessivamente familiar e repetitivo. (A única coisa que resta dessa comédia nada cômica é sua brevidade: Cada um dos seis episódios tem pouco menos que 20 minutos de duração)” – Wall Street Journal, Negativa.

“Crisis desaparece em comparação com a quantidade de comédias do gênero disponíveis online, que estão a expandir o gênero. Há opções muito melhores” – Contra Costa Times, Negativa.

“Allen não está definitivamente no piloto automático aqui, como o material muito simples e amigável pode sugerir. Ele se sente mais animado e entretido com seu trabalho do que aparenta há um bom tempo” – Collider, Positiva.

“Mesmo para os padrões diminuídos da falecida carreira de Allen, Crisis é mal pensado, dirigido e notavelmente distante” – MTV, Negativa.

“O fato é que a televisão pode suportar personagens mais complexos nos dias de hoje. Allen pode levar isso em conta para projetos de TV futuros, mas, enquanto isso, nós vamos felizmente mergulhar na inspirada quietude de Crisis” – San Francisco Chronicle, Neutra.

“Há pelos menos duas boas ideias escondidas nos cantos dessa série, que mais se assemelha a um grande e repartido filme” – indieWIRE, Neutra.

“Crisis é uma bugiganga, uma comédia leve que começa muito lentamente e vai se encaminhando para uma conclusão satisfatoriamente engraçada” – USA Today, Positiva.

No Metacritic, a série recebeu a nota 46, estando na média. Vale lembrar que essas críticas têm por base, principalmente, o roteiro, a direção e a essência da série como um todo.


Publicada por: Henrique Silveira
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