30.09.2013

O documentário da MTV mostra Miley como uma mulher inteligente e dos negócios, que fala com seus cachorros e que não quer mais fazer filmes.

A grande subida de Miley Cyrus em 2013 foi uma experiência surreal para se testemunhar – mas nada disso foi um acidente. Em “Miley Cyrus: The Movement”, um novo documentário da MTV, com uma hora de duração e que estréia na quarta-feira à noite (02 de outubro), medidas ousadas da estrela pop em direção ao “Bangerz” são capturados na íntegra, como a visão inabalável de seu retorno decepcionante em 2010 com “Can’t Be Tamed” que é traduzido para a seleção de “We Can’t Stop” como um único retorno, com os colaboradores centrados no hip-hop em seu novo álbum, e sua performance ousada no MTV Video Music Awards, em agosto. Ao longo do documentário, Cyrus faz questão de salientar que a apresentação da sua nova imagem é mais do que apenas um detalhe promocional. “Para mim, “The Movement” é maior do que apenas um documentário”, diz Cyrus. “Para mim, “The Movement” representa algo como… se eu estivesse tomando conta do mundo.”

Antes de Cyrus assumir sua tela de TV na quarta-feira à noite, confira 10 motivos para assistir “Miley Cyrus: The Movement”:

1. Dúvidas momentâneas sobre o single “We Can’t Stop.” A primeira parte do documentário centra-se no lançamento de “We Can’t Stop”, como o primeiro single de “Bangerz”, e embora os projetos de Cyrus envolveram uma enorme confiança e confidencialidade, ela tem um momento de dúvida quando a canção estreia um pouco mais baixa no gráfico do iTunes. Ela, então, tem essa conversa com o seu produtor/BFF Mike Will Made It:

Miley: “Será que tomamos a decisão certa?”

Mike: “Todo mundo está dizendo que essa merda é uma loucura.”

Miley: “É… É uma loucura.”

E os nervos de Miley posteriormente se acalmaram, e o resto, como dizem, é história.

2. Miley e Britney juntas. A gravação do dueto de Miley e Britney Spears, “SMS” do Bangerz, está documentada e é tão fascinante como se poderia esperar. Depois Spears é mostrada gravando sua parte da música, e as duas cantoras pop de duas gerações muito diferentes são mostradas desajeitadamente conversando sobre o então futuro desempenho de Cyrus no VMAs. “Você não vai ficar de topless no palco, certo?” Spears pede nervosamente. “Eu tentei!” Cyrus responde a sua ídola, sacudindo a cabeça com decepção já que os produtores da MTV nem sequer a deixaram usar o “latex nu.”

3. A falta de Billy Ray… e Liam. Enquanto o “Miley Cyrus: The Movement” inclui entrevistas em vídeo com sua mãe, Tish Cyrus, e com artistas como Pharrell Williams, seu pai Billy Ray Cyrus é visivelmente ausente do projeto, assim como qualquer menção de seu ex-noivo, Liam Hemsworth. De acordo com o produtor executivo Dave Sirulnick, o mais velho Cyrus simplesmente não estava por perto, enquanto o documentário foi filmado no início deste ano. Quanto ao nome de Hemsworth nunca ser mencionado na tela: “Nós não estávamos fazendo um documentário sobre coisas de sua vida pessoal”, diz Sirulnick.

 

4. VMAs. Inspirada nas divas picantes antes dela, Cyrus alegremente entendeu que seu desempenho “twerk-feliz” no MTV Video Music Awards ia levar as pessoas a falarem sobre ela por muito tempo. “Você pode ter visto a performance no VMA e achado que foi uma “bagunça quente”, mas era uma “bagunça quente” estratégica”, diz Cyrus enfaticamente, apontando para beijo de Britney e Madonna na cerimônia de 2003. “Madonna fez isso, Britney fez isso… assim como você pode fazer, [as pessoas] falarem por duas semanas, ao invés de dois segundos.”

5. Palavras de Pharrell de encorajamento. Uma das passagens mais interessantes de “The Movement” envolve seu super-produtor sendo uma espécie de mentor para Cyrus. Pharrell foi quem Miley chamou quando ela precisava de incentivo sobre cortar seus cabelos longos e Pharrell é quem melhor entende o comportamento recente de Miley. “Seu pai é Billy Ray Cyrus, sua madrinha é Dolly Parton, e ela cresceu na época em que as crianças ouviam hip-hop”, explica Williams. “As pessoas perguntam: ‘Por que ela está fazendo “twerk”? Por que ela está fazendo isso?”.

6. Miley fala com seus cachorros. O verdadeiro segredo para o sucesso de Miley? Talvez sua capacidade de se transformar em uma Dr. Dolittle e contar com seus cães para se acalmar. Podemos apenas esperar que “Bangerz” faça uma referência lírica para essa habilidade especial.

7. O fim da carreira cinematográfica de Miley. É um pequeno detalhe em “The Movement”, porém surpreendente, já que possivelmente Miley está cansada de fazer filmes. “Eu lancei um filme recentemente, e eu nunca mais quero fazer isso novamente”, Cyrus declara, referindo-se ao seu filme de pouco sucesso, feito em 2012, “LOL”. “Eu quero fazer música pelo resto da minha vida.”

8. Tish Cyrus diz que o nome “Juicy J”, é tudo o que você poderia esperar. Assistindo a mãe de Miley discutir os colaboradores de “Bangerz” é um verdadeiro prazer, e quando seu sotaque sulista com cuidado, fala o nome do membro do Three 6, pode-se imaginar Tish e Juicy correndo um em direção ao outro outro em um estúdio de gravação, para dar um aperto de mão.

9. A quebra Pré-VMA da Miley. O único caso de “drama” no documentário da MTV ocorre quando o carro de Miley é puxado ao tapete vermelho do Video Music Awards e ela não chega a obter a entrada triunfal que ela queria. Há uma hesitação sobre sair do carro no ponto de entrada incorreto, e quando os outros a sugerem isso, a cantora de 20 anos se exalta. “Você está brincando porra?” ela grita. “Eu não vou voltar e começar tudo de novo!” Tish não sabe o que fazer, Miley não sabe o que fazer. A música incha. As unhas são roídas. Será que Miley vai conseguir sair desta situação com sucesso? Não há spoilers aqui, gente.

10. Atitude de Miley em relação aos seus dias como Hannah Montana. Quando Miley revela “We Can’t Stop” no programa de rádio de Ryan Seacrest, o estúdio é cercado por fãs loucos, provavelmente todos os condenados à prisão perpétua “Hannah Montana”. Para seu crédito, Cyrus entende o fandom adolescente – “A maneira que eu estou como Britney, é como um monte de pessoas são para mim”, diz ela – e tenta trazer seus fãs de longa data para o “Bangerz”, enquanto executa sua própria visão de sua carreira, depois de anos obedecendo a uma personagem da Disney. “Tem que ser totalmente sobre mim e toda a minha visão criativa por trás dele”, diz Cyrus, “ou então, eu não quero fazer isso.”

Fonte: Billboard | Tradução: MCyrus.com


Publicada por: Miley Cyrus Brasil
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